1- 6:00am is when you get up, not when you go to bed.
2- You actually eat breakfast food at breakfast time.
3- Dinner and a movie is the whole date instead of the beginning of one.
4- Jeans and sweater no longer mean quality as “dressed up”.
5- A 4 euros bottle of wine is no longer “pretty good stuff”.
6- You don’t know what time McDonald’s closes anymore.
7- If you find one open, eating a basket of chicken wings at 3 am would severely upset, rather than settle, your stomach.
8- Your friends are all “old friends” and couples, instead of new friends and single.
9- Now they marry and divorce instead of “hoop up” and “break up”.
10- And you have been to more weddings than you can remember.
11- You find baby socks just lovely and sweet and you became an experte in baby size of clothes as there's always a present missing for a new baby coming among your family and friends.
12- 90% of the time you spend in front of a computer is for real work.
13- You go from 120 days of holidays to 20.
14- You check out the weather before planning anything.
15- You keep more food than beer in the fridge.
16- Your houseplants are alive, and you can’t smoke any of them.
17- The couch is no longer a great place to fall asleep as you wake up with a severe backache.
18- And having sex in a single bed is out of question.
19- You read this entire list looking desperately for one sign that doesn’t apply to you and can’t find one.
20- Then you pass it on to a bunch of old friends because you don’t want to be alone!
So, how many have you checked?
sábado, fevereiro 24, 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
O misterioso poder da clandestinidade
A defesa da liberalização do aborto é para mim, muito semelhante à defesa da liberalização das drogas. O que mais me choca no conjunto de argumentos apresentados não é ouvir defender o direito e a liberdade individual para praticar estes actos. Posso ou não concordar com esse direito, mas reconheço que é um argumento aceitável. O problema é que geralmente o principal motivo apontado para a liberalização destes actos é o facto de eles terem consequencias nefastas e sobretudo serem cometidos na clandestinidade, em último caso podendo até levar à morte. Como se cometer um crime na clandestinidade tivesse mais poder e fosse merecedor de mais respeito do que cumprir a lei! A clandestinidade choca mais as pessoas que a próprio crime!!
Não posso aceitar que uma sociedade que tem regras e leis que são cumpridas pela maioria, se veja obrigada a alterar essas mesmas regras em função de uma minoria que actua à margem da lei e pasme-se, tem maus resultados por isso!
Uma pessoa que pratica um acto ilegal tem de assumir as consequencias, ainda mais se implicam a sua morte... é ela própria que se coloca nessa situação!! Se eu andar a 200 Km/h e tiver um acidente não me posso queixar que a culpa é da estrada que não está preparada para eu andar a tal velocidade! E então mudamos a estrada? Se um ladrão for alvejado ou preso ao assaltar um banco não posso querer que um assalto passe a ser legal porque os ladrões correm o risco de morrer ou de ir para a cadeia. Se um toxicodependente morrer de overdose não posso culpar a sociedade porque não lhe deu condições para se drogar em segurança nas doses correctas e com a pureza da droga ideal! Viver à margem da lei e cometer um crime não pode ser considerado aceitável ou pior ainda, ser transformado em opção só porque traz consequencias nefastas. Como se a clandestinidade fosse uma prova de que cometer esse crime é uma fatalidade, uma coisa tão inevitável que não cometer o crime é quase anti-natura! E por isso os desgraçados, privados do direito aos seus instintos, são atirados para a clandestinidade! cometer actos ilícitos ou crimes não é uma fatalidade e a prova disso é que a MAIORIA das pessoas não pratica actos clandestinos, é sensata e vive segundo as regras sociais, independentemente de todos os condicionalismos e circunstâncias da vida. É essa a sociedade que deveriamos construir - a da responsabilidade e não a da ignorancia e da desresponsabilização das pessoas que são adultas e liberais para umas coisas, como p. ex. manter uma sexualidade activa na adolescencia ou consumir drogas, mas depois incapazes de assumir as responsabilidades que esses actos exigem e as consequencias dos mesmos, como usar contracepção ou prevenir comportamentos de risco. É isto que queremos perpetuar ao colocar-nos do lado desta minoria inconsequente? E dizer à maioria que afinal o erro e o crime são aceitáveis... o que não é aceitável são as consequencias do crime... isso não, não podemos aceitar que se morra a cometer um crime!!! E de tal maneira que em vez de evitarmos que se cometa, vamos remediar a situação criando facilidades para o cometer nas condições ideiais! Bom, e já agora para o tornar numa opção de vida! E esta sociedade, em vez de premiar os normais, cumpridores e verdadeiramente adultos, reforçando essas atitudes como as correctas e positivas, rende-se completamente às únicas pessoas que não são capazes de viver segundo as suas normas, que jogam inconsequentemente com a vida e com os direitos e deveres da sociedade, que colocam em causa as boas práticas, que defrontam a lei, e ainda por cima recebem mérito por isso! Queremos ensinar aos nossos jovens o poder da justiça que coloca na cadeia o criminoso, ou o poder da nossa incompetência e fraqueza que passa a contemplar o crime como um direito do criminoso?
Pode-se defender a liberalização do aborto pelo direito à liberdade de escolha.
Pode-se defender a despenalização do aborto por se considerar um exagero da pena. Agora defender que temos qualquer obrigação perante a clandestinidade, que não seja apenas evitá-la e controlá-la e, vergados aquilo que consideramos a fatalidade da sua existência mudarmos tudo, inclusivamente as regras e os valores que essas novas regras vão passar a transmitir às novas gerações, é perfeitamente inaceitável.
Não posso aceitar que uma sociedade que tem regras e leis que são cumpridas pela maioria, se veja obrigada a alterar essas mesmas regras em função de uma minoria que actua à margem da lei e pasme-se, tem maus resultados por isso!
Uma pessoa que pratica um acto ilegal tem de assumir as consequencias, ainda mais se implicam a sua morte... é ela própria que se coloca nessa situação!! Se eu andar a 200 Km/h e tiver um acidente não me posso queixar que a culpa é da estrada que não está preparada para eu andar a tal velocidade! E então mudamos a estrada? Se um ladrão for alvejado ou preso ao assaltar um banco não posso querer que um assalto passe a ser legal porque os ladrões correm o risco de morrer ou de ir para a cadeia. Se um toxicodependente morrer de overdose não posso culpar a sociedade porque não lhe deu condições para se drogar em segurança nas doses correctas e com a pureza da droga ideal! Viver à margem da lei e cometer um crime não pode ser considerado aceitável ou pior ainda, ser transformado em opção só porque traz consequencias nefastas. Como se a clandestinidade fosse uma prova de que cometer esse crime é uma fatalidade, uma coisa tão inevitável que não cometer o crime é quase anti-natura! E por isso os desgraçados, privados do direito aos seus instintos, são atirados para a clandestinidade! cometer actos ilícitos ou crimes não é uma fatalidade e a prova disso é que a MAIORIA das pessoas não pratica actos clandestinos, é sensata e vive segundo as regras sociais, independentemente de todos os condicionalismos e circunstâncias da vida. É essa a sociedade que deveriamos construir - a da responsabilidade e não a da ignorancia e da desresponsabilização das pessoas que são adultas e liberais para umas coisas, como p. ex. manter uma sexualidade activa na adolescencia ou consumir drogas, mas depois incapazes de assumir as responsabilidades que esses actos exigem e as consequencias dos mesmos, como usar contracepção ou prevenir comportamentos de risco. É isto que queremos perpetuar ao colocar-nos do lado desta minoria inconsequente? E dizer à maioria que afinal o erro e o crime são aceitáveis... o que não é aceitável são as consequencias do crime... isso não, não podemos aceitar que se morra a cometer um crime!!! E de tal maneira que em vez de evitarmos que se cometa, vamos remediar a situação criando facilidades para o cometer nas condições ideiais! Bom, e já agora para o tornar numa opção de vida! E esta sociedade, em vez de premiar os normais, cumpridores e verdadeiramente adultos, reforçando essas atitudes como as correctas e positivas, rende-se completamente às únicas pessoas que não são capazes de viver segundo as suas normas, que jogam inconsequentemente com a vida e com os direitos e deveres da sociedade, que colocam em causa as boas práticas, que defrontam a lei, e ainda por cima recebem mérito por isso! Queremos ensinar aos nossos jovens o poder da justiça que coloca na cadeia o criminoso, ou o poder da nossa incompetência e fraqueza que passa a contemplar o crime como um direito do criminoso?
Pode-se defender a liberalização do aborto pelo direito à liberdade de escolha.
Pode-se defender a despenalização do aborto por se considerar um exagero da pena. Agora defender que temos qualquer obrigação perante a clandestinidade, que não seja apenas evitá-la e controlá-la e, vergados aquilo que consideramos a fatalidade da sua existência mudarmos tudo, inclusivamente as regras e os valores que essas novas regras vão passar a transmitir às novas gerações, é perfeitamente inaceitável.
domingo, janeiro 28, 2007
Incongruências
Esta Sociedade que se mobiliza chocada contra um pai biológico que rejeita o seu filho e abandona a companheira grávida,
é a mesma Sociedade que quer criar condições ideais para permitir que uma mãe faça exactamente o mesmo, rejeitar os seus filhos e abandonar qualquer sentido de responsabilidade dos seus actos.
é a mesma Sociedade que quer criar condições ideais para permitir que uma mãe faça exactamente o mesmo, rejeitar os seus filhos e abandonar qualquer sentido de responsabilidade dos seus actos.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
A Foggy Day (In London Town)
I was a stranger in the city
Out of town were the people I knew
I had that feeling of self-pity
What to do? What to do? What to do?
The outlook was decidedly blue
But as I walked through the foggy streets alone
It turned out to be the luckiest day I've known
A foggy day in London Town
Had me low and had me down
I viewed the morning with alarm
The British Museum had lost its charm
How long, I wondered, could this thing last?
But the age of miracles hadn't passed,
For, suddenly, I saw you there
And through foggy London Town
The sun was shining everywhere.
Michael Bublé
Out of town were the people I knew
I had that feeling of self-pity
What to do? What to do? What to do?
The outlook was decidedly blue
But as I walked through the foggy streets alone
It turned out to be the luckiest day I've known
A foggy day in London Town
Had me low and had me down
I viewed the morning with alarm
The British Museum had lost its charm
How long, I wondered, could this thing last?
But the age of miracles hadn't passed,
For, suddenly, I saw you there
And through foggy London Town
The sun was shining everywhere.
Michael Bublé
sábado, janeiro 20, 2007
London on my own

If you can manage in London
alone
... you can manage anywhere!
London is so ready to receive you when you go on your own
That you don´t realize how unready you are to live there alone.
domingo, janeiro 14, 2007
Cidades com rosto

Incrível como diferentes pessoas podem ficar com impressões tão diversas sobre a mesma experiência no mesmo local...tudo depende de quem somos, as expectativas que levámos, o que fomos lá fazer, o timing escolhido e principalmente quem encontramos. As cidades são feitas sobretudo pelas pessoas e no fundo são elas que vão marcar e definir as nossas memórias.
O resto são pormenores...
domingo, janeiro 07, 2007
Tripping Over

"It´s not where you´re going,
it´s who you are when you get there".
And most of the times you are just the same...
segunda-feira, janeiro 01, 2007
sábado, dezembro 23, 2006
domingo, setembro 24, 2006
Arte efémera

Interessante participar e assistir à criação e decomposição de uma obra de arte que dali a 1 hora já não existe!
sábado, setembro 16, 2006
Ainda não é desta...
Bem me parecia que devia haver maneira de sobreviver sem um MP3...
Afinal existem os computadores e as rádios on-line... esses sim vão comigo!
De alguma maneira a tecnologia puramente supérfula incomoda-me... e o dinheiro que se consome nos seus avanços incomoda-me ainda mais! Mas também não posso deixar de reconhecer que esses mesmos avanços são fascinantes!
Afinal existem os computadores e as rádios on-line... esses sim vão comigo!
De alguma maneira a tecnologia puramente supérfula incomoda-me... e o dinheiro que se consome nos seus avanços incomoda-me ainda mais! Mas também não posso deixar de reconhecer que esses mesmos avanços são fascinantes!
domingo, setembro 10, 2006
Tecnologicamente impossível fugir!
E não é que acabei por concluir que precisaria de comprar um leitor de MP3???
Bem tentei mas não é mesmo possível fugir às tecnologias.
Bem tentei mas não é mesmo possível fugir às tecnologias.
sábado, setembro 02, 2006
Não gosto que (todos) me conheçam...
Incomoda-me o facto de as pessoas que me atendem sentirem que me conhecem... e para isso basta ir ao mesmo local mais de 3 ou 4 vezes. Prefiro ir aos hipermercados com atendimento profissional mas simpático que ir comprar o pão ao quiosque da esquina onde a dona nos cumprimenta amavelmente demais. Prefiro saltar de cabeleireira frequentemente a ter "a minha" cabeleireira... prefiro ir a outra farmácia a ir aquela lá da rua onde já todos sabem quem sou. Raramente frequento o mesmo restaurante. Não gosto de comprar na mesma papelaria ou nas lojas perto de casa. Parece que se cria um elo que nos compromete e nos faz sentir em obrigação para com aquela pessoa, aquela loja. Como se nos sentissemos obrigados a ser fiéis à imagem que rapidamente constroem de nós; como se a cada gesto, a cada compra, a cada peça de roupa experimentada, nos estivessemos a expor à mais detalhada análise da nossa personalidade e estilo de vida.
É estranho não preferir pessoas que conheçam os meus gostos, formas de ser e agir que possibilitam um atendimento mais personalizado. Na maior parte das situações não gosto desta sensação de posse, de ter a "minha..." e prefiro uma alternativa bem mais impessoal. Acho que me dá uma sensação de liberdade de escolha, sem compromissos.
Incomoda-me o facto de pessoas construirem o meu perfil através de uma conversa ou uma troca de mensagens. E incomoda-me mais ainda quando acertam. Por vezes afasto-me quando parecem conhecer-me um pouco mais. Como se de repente tivesse perdido todas as minhas máscaras de protecção e me sentisse desnudada e desprotegida. Previsível.
Sensações reservadas apenas para esse alguém especial, para uns quantos, poucos... presumo. De outra forma, quem não gosta de ser compreendido, conhecido?
Acho que gosto mais do desconhecido, da não descoberta... do sorriso desse alguém que nunca vi e provavelmente não mais vou ver, das palavras de circunstância, do implícito do momento...
...e de tudo o que ficou por dizer.
É estranho não preferir pessoas que conheçam os meus gostos, formas de ser e agir que possibilitam um atendimento mais personalizado. Na maior parte das situações não gosto desta sensação de posse, de ter a "minha..." e prefiro uma alternativa bem mais impessoal. Acho que me dá uma sensação de liberdade de escolha, sem compromissos.
Incomoda-me o facto de pessoas construirem o meu perfil através de uma conversa ou uma troca de mensagens. E incomoda-me mais ainda quando acertam. Por vezes afasto-me quando parecem conhecer-me um pouco mais. Como se de repente tivesse perdido todas as minhas máscaras de protecção e me sentisse desnudada e desprotegida. Previsível.
Sensações reservadas apenas para esse alguém especial, para uns quantos, poucos... presumo. De outra forma, quem não gosta de ser compreendido, conhecido?
Acho que gosto mais do desconhecido, da não descoberta... do sorriso desse alguém que nunca vi e provavelmente não mais vou ver, das palavras de circunstância, do implícito do momento...
...e de tudo o que ficou por dizer.
quarta-feira, agosto 23, 2006
Receita mágica
Há duas coisas essenciais para o sucesso com qualidade:
boa gestão e motivação!
boa gestão e motivação!
terça-feira, agosto 01, 2006
Separados de fresco

"... the issues between Brooke and Gary are very real. It happens in everyday lives. There is nothing dramatic, and it could be just as simple as doing the dishes, or buying a few lemons. I don't want to have to ask my husband to help me with the laundry or cleaning. This is our family, our house, our laundry, and he should voluntarily offer his help.
Somehow, this concept is very difficult for guys to understand."
"...she was hopeful that thinking about the possibility of losing her, he would regret his behaviour, apologise and change. This is an impossible dream that girls keep believing in.
Somehow, this concept is very difficult for girls to understand."
sábado, julho 29, 2006
domingo, julho 23, 2006
quarta-feira, julho 05, 2006
Home...
Another summer day
Has come and gone away
In Paris and Rome
But I wanna go home
Maybe surrounded by
A million people I
Still feel all alone
I just wanna go home
Oh I miss you, you know
And I’ve been keeping all the letters that I wrote to you
Each one a line or two
“I’m fine baby, how are you?”
Well I would send them but I know that it’s just not enough
My words were cold and flat
And you deserve more than that
Another aeroplane
Another sunny place
I’m lucky I know
But I wanna go home
Mmmm, I’ve got to go home
Let me go home
I’m just too far
From where you are
I wanna come home
And I feel just like I’m living someone else’s life
It’s like I just stepped outside
When everything was going right
And I know just why you could not
Come along with me
But this was not your dream
But you always believe in me
Another winter day has come
And gone away
And even Paris and Rome
And I wanna go home
Let me go home
And I’m surrounded by
A million people I
Still feel alone
Oh, let go home
Oh, I miss you, you know
Let me go home
I’ve had my run
Baby, I’m done
I gotta go home
Let me go home
It will all right
I’ll be home tonight
I’m coming back home
Michael Bublé
Has come and gone away
In Paris and Rome
But I wanna go home
Maybe surrounded by
A million people I
Still feel all alone
I just wanna go home
Oh I miss you, you know
And I’ve been keeping all the letters that I wrote to you
Each one a line or two
“I’m fine baby, how are you?”
Well I would send them but I know that it’s just not enough
My words were cold and flat
And you deserve more than that
Another aeroplane
Another sunny place
I’m lucky I know
But I wanna go home
Mmmm, I’ve got to go home
Let me go home
I’m just too far
From where you are
I wanna come home
And I feel just like I’m living someone else’s life
It’s like I just stepped outside
When everything was going right
And I know just why you could not
Come along with me
But this was not your dream
But you always believe in me
Another winter day has come
And gone away
And even Paris and Rome
And I wanna go home
Let me go home
And I’m surrounded by
A million people I
Still feel alone
Oh, let go home
Oh, I miss you, you know
Let me go home
I’ve had my run
Baby, I’m done
I gotta go home
Let me go home
It will all right
I’ll be home tonight
I’m coming back home
Michael Bublé
domingo, julho 02, 2006
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